sábado, 28 de maio de 2011

17/ 05/2011

Começamos a semana vendo o que poderíamos apresentar no encontro dia 01 de junho. O Del estava presente e disse que a galera da manhã, resolveu criar e ensaiar uma peça; sendo que se dividiram em autores, atores e suporte técnico.

Já de tarde, houve sugestões como: teatro, poesia, documentário e música. Contudo o que mais despertou interesse no grupo foi à música - isso pelo fato da recente empolgação da criação de uma música no dia do Clube Itaú - então três grupos foram divididos: dois que criariam outras duas estrofes (já que o jovem Caíque havia criado uma primeira parte) e, outro que fazia a parte do arranjo musical. Digitamos no computador e expusemos na data-show a letra ainda inacabada.

Conversamos também sobre o filme “Narradores de Javé”, ressaltando que é bem melhor partir em retirada do que fugir (como é colocado no filme de forma cômica). A história da cidade de Gameleira da Lapa, que após as gravações do filme passou a se chamar Javé, também foi muito comentada e gerou espanto, já que era um local que há anos não tinha coleta de lixo e, durante as gravações houve um incentivo e os moradores realizaram a separação de materiais para reciclagem; que depois resultou em coleta por parte do poder público.

18/ 05/2011

Já com a letra da música finalizada e exposta na data-show cantamos e tocamos; depois combinamos a disposição em palco. Surgiu a idéia de elaborar uma poesia para ser declamada durante a mesma, e foi composta pela jovem Andreza que também irá declamá-la. Lanchamos e quatro pessoas escolheram seus parceiros na divisão dos grupos, parecia um campinho de futebol, quatro assuntos diversos tendo como suporte a revista “Viração”, sendo os assuntosgênero, ECA, internet banda larga e música de celular em ônibus; distribuídos para eles após sorteio realizado pelos próprios jovens. Um bom tempo foi cedido para sintetizarem sua apresentação, feito isso cada qual apresentou seu tema aos demais.

Muitos queriam ler e, nosso combinado foi outro: apresentar os pontos principais. Contudo foi muito interessante e exigiu trabalho em grupo.

19/ 05/2011

Após nos encontrarmos na Praça do Forró, pegamos o ônibus Praça do Correio, que tem ponto final próximo ao Parque Chico Mendes. Fomos caminhando para lá, chegando ao parque deu uma sensação de tranqüilidade, nos afastando da agitação dos carros e pessoas. Como o Del já esta freqüentando o parque às sextas-feiras, recolhendo materiais para reciclagem e participando do projeto de replantio (que visa a plantação de mudas com espécimes nativos da região no parque), ficou mais fácil trocarmos uma idéia com a administração, e a dona “Íria” nos apresentou o “Seu Bia”; que com muita disposição abriu os portões e nos acompanhou pela trilha.

Fizemos dois caminhos, observando a natureza e por vezes ouvindo as explicações do “Seu Bia”, que com muita paciência lidava com os jovens “É muito bom quando alguém vem para conhecer o parque, eu estou trabalhando aqui a mais de 18 anos” disse. Mostrou-nos que havia alguns buracos no inicio dos barrancos, explicando que estes ajudam a água das chuvas a escoar e foram criados pela própria natureza; “Isso nos faz pensar há realmente um criador” disse o jovem Eliseu, observavando agora junto aos outros colegas o caminho das águas vindas da nascente. Chegamos a uma parte da trilha “hard”, sendo divertido a ajuda mútua para praticamente escalarmos o barranco. Vimos também troncos de árvores separados no chão, no que Seu Bia explicou que o destino destes é uma madeireira próxima ao Parque do Carmo, virando sobretudo bancos.

“As figueiras são árvores centenárias algumas tem quase 150 anos e, muitas árvores daqui - tirando os eucaliptos - são originais dessa região” -, explicava Seu Bia.

Depois de agradecer-lhe pela paciência e pelas explicações, ele nos mostrou um local para lancharmos. Descansamos um pouco e conversamos sobre a trilha. Fomos convidados para participar de danças circulares, juntamente com uma galera de funcionários da saúde que fazia um encontro lá no saguão principal. E participamos de danças: portuguesas, escocesas e por fim uma espécie de dança uni - territorial elaborada após a queda do muro de Berlim que visava a união entre os povos. “É diferente mais eu gostei” disse a jovem Jenifer. A nossa participação chamou a atenção dos transeuntes do parque, já que é difícil à participação dos jovens em práticas como essa e nas oficinas em geral. Todos se sentiram lisonjeados ao ver que é possível uma integração maior com o público jovem. Foi uma tarde bem agradável ao som de pássaros e ar puro.

Valeu galera: vocês foram dez.

Dona Íria nos recepcionando


Del, ao lado de "Seu Bia"

Seu Bia destrancando a trílha

Subindo a trilha

Seguindo na subia a trilha

Uma visão do lago de patos

Fazendo interação com a dança circular

Ao final da dança circular, fazendo a integração final


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