terça-feira, 12 de julho de 2011

Experimentações - Revista Jovens Urbanos


As experimentações seguem com régua e compasso. Alô! Alô! Zona Leste! Aquele Abraço.

Nas Etec´s em formato de curso, jovens urbanos estão aprendendo como produzir e recepcionar pessoas em festas e eventos. No SEPAS as oficinas de TV na Internet vêm despertando nos participantes, novas possibilidades de como utilizarem esta ferramenta tecnológica, para fruição do bem estar coletivo de suas comunidades. Na Academia de Ciências as experimentações estão quebrando paradigmas sobre os olhares do jovens diante da ciência. No Ipedesh recebemos boletim do colega assessor Ivanildo Lima, relatando seu olhar profissional sobre a oficina: Revista Jovens urbanos.

"Carla, Douglas, Alef, Loise, Camila, Luís, Taynara, Yago, Claiton, Gilberto; enfim jovens urbanos do Ipedesh e Ibradesc juntos pensando, criando e apreciando a convivência colaborativa para o desenvolvimento de revistas impressas sobre os jovens urbanos. Em nosso primeiro encontro definimos os nomes das revistas e iniciamos os bonecos( diagramação )das revistas, já no segundo encontro exercitamos a arte das entrevistas ( reportagens sobre a identidade pessoal, coletiva, a família, a sáude, o programa jovens urbanos).Embora os produtos finais esperados sejam as revistas, durante os nossos encontros percebemos que esses jovens são fontes inesgotavéis de tesouros que precisam ser compartilhados entre nós do PJU e com toda a sociedade."
Ivanildo Lima - assessor tecnológico
fotomontagem:antoniocarlospedro

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Experimentação, circulação, conversação: tudo se cruza...


Outra semana se passa e muita coisa acontece (naturalmente).

Terça feira conversamos a respeito das oficinas, ao pessoal que esta fazendo TV na internet falei que o Ibradesc conta com equipamentos que possibiltam transmissão ao vivo.

Provavelmente em uma quinta feira faremos a primeira experiência, estes concordaram.

Após conversa, preencheram a sua tarde elaborando uma palavra cruzada sobre São Paulo e seus diversos lugares.


Se empolgaram e eu curti, na quinta feira fariam sem a resposta (para que os colegas pudessem responder.

Na quarta eu e Rogério fomos ao Ibradesc responder emails e entregar bilhetes.

Quinta chega e então lá vão eles produzir palavra cruzada para os colegas responderem. São Paulo, zona leste todos respondem no que os autores corrigem dizendo o que esta certo ou, dando mais algumas dicas para preenchimento das 'mais difíceis".







Ligo para Carlos Marques, membro do Ibradesc e artista que esta expondo na subprefeitura de São Miguel (ao lado da Unicsul).

Juntamente com sua companheira Lúcia Andréia, fizeram diversas obras com materiais reutilizados. Terminado as cruzadinhas e feito o lanche, fomos rumo a exposição.


O pessoal gostou muito, se surpreendendo no que pode virar materiais aparentemente inuteis.



Nos disse Carlos, batendo um papo com os jovens.

"Tudo foi feito com material encontrado nas ruas de São Miguel"








"Utilizamos: galhos de arvores, sementes, pinhas, retalhos, cds velhos e outras coisas que ninguém quer".


"A gente simplesmente pegou materiais que não tinham utilidade no lugar onde estavam e demos outra função pra eles; as vezes é assim também com as pessoas, quando não estão bem no lugar que se encontram, é preciso mudar e ganhar vida".


Foi muito interessante surgiu a proposta de fazermos alguma dessas experiências vistas, acho bacana.

Valeu Carlos, até mais, abraço.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Academia de Ciências - Relatos dos Jovens

Academia de Ciências

Segue relatos dos jovens que estiveram presente na primeira experimentação, aonde extraíram o DNA de um suco de mamão. Isso mesmo. Extrair DNA de um suco de mamão. Experiência bem bacana. Confira o relato dos jovens.

1. “Olá meu nome é Tainá kaiane, sou da ONG IBRADESC, vim aqui falar um pouco das experimentações. Eu gostei muito da primeira experimentação. Aprendi como se faz a extração de DNA do mamão, poxa! Achei muito interessante pois nunca achei que era tão fácil para fazer o começo de um DNA. Entrei na Academia de Ciências muito marrenta porque não queria fazer essa experimentação, mas quando vi as propostas e a experimentação achei muito legal. Bom vou ficando por aqui e espero apreciar mais as experimentações. Beijos e abraços.”

Tainá Kaiane F. da Cruz


2. "1º dia do experimento; adorei a experiência que tive, me senti em um laboratório; foi muita impougação e saí do IBRADESC; muito feliz, adorei mesmo; Lucas e Ricadrdo são muito legais, pessoas muito capacitadas, e gostei também do trabalho que cada equipe teve, todos participaram e houve uma discussão conjunta do grupo. Adorei tudo. “

Keila Belarmino dos Santos – IPEDESH




3. “Bem! Semana passada foi muito interessante pois eu fiquei surpresa pois aprendi a extrair DNA de um mamão, também foi bom pois estou conseguindo ter novos conhecimentos e aprendendo como as coisas são feitas a partir de uma simples coisa. Eu espero que essa oficina me ajude a abrir novas portas de conhecimentos entre outras coisas. Essa oficina esta me ajudando muito no Jovens urbanos pois estou conseguindo passar para a minha turma.”

Caroline Bezerra Valerio da Silva – VILA MARA

4. “Achei muito interessante esta oficina, antes de começar pensei que seria pouco chato, mas tive outros resultados, coisas que na escola era exposto de um jeito, aqui vemos a olho nu. Essa oficina com certeza esclarecerá muitas dúvidas. Espero que daqui prá frente fique mais interessante pois o primeiro encontro foi legal. Na ONG nossos educadores nos apóiam bastante, não faltar e se interessar o máximo.”

Thaís de Amorim – VILA MARA

5. “O primeiro encontro foi muito enteressante, os professores explicaram bem prá nós o que vamos fazer decorrer do curso, vamos fazer muitas experiências o primeiro encontro aprendemos ver o DNA do mamão foi, muito legal diferente da pra fazer até em casa e cada dia estou aprendeno experiências novas, e trabalhando com pessoas diferentes em grupo e estou gostando, cada dia que passa e é isso brigado pela oportunidade de escrever.”

Paulo Cesar – VILA MARA

6. “O primeiro dia de oficina foi bem legal. Eu tinha uma idéia de que seria bom, mas, excedeu minhas expectativas. Logo no 1º dia fizemos a extração dos cromossomos e DNA de um mamão, e foi algo inesperado. Os instrutores parecem ser bem atentos e dedicados; e talvez o mais importante, parece gostarem do que fazem. E isso nos motiva, porque percebemos que alguém está disposto a nos ajudar, a nos ensinar, e nós, como jovens urbanos, temos que agradecer, e mais que isso, aprender e compreender o que nos é ensinado. Que venham as próximas experiências e conhecimentos, para que possamos apenas progredir.”

Ícaro Diógenes – VILA MARA

7. “Eu Felipe Lucas de Jesus Lima, não pudi vim a semana passada, por causa do falecimento do meu vô.

Felipe Lucas de Jesus Lima – IBRADESC

8. “O melhor de esta aqui é que cada vês que vimos nós jovem adiquire mas conhecimento, o legal e que alem de aprender novas coizas arumamos novas amizades . E tudo fica melhor.”

Graziela Maria do Nascimento – IBRADESC

9. “Eu gostei muito do nosso primeiro encontro, adorei conhecer mais sobre o DNA, foi muito interessante e divertido extrair o DNA de uma fruta, foi muito legal e interessante aprender algo novo e poder fazer sozinha em casa, estou gostando muito e queria muito conhecer um laboratório de verdade para ver o que se realiza la dentro, gostei muito do Lucas e do Ricardo, foram muito legais com todos e muito pacientes e com isso tivemos uma aula ótima.”

Vanessa Sousa de Lima – IPEDESH

10. “Bom Eu adorei a minha esperiência eu nunca tinha visto um DNA, foi muito criativo. O Jovens Urbanos esta sendo ótimo esta modelando totalmente a minha sensibilidade e meus pensamentos meus sonhos, parei de ficar nas companias erradas, sem falar nas explorações. Obrigado.

Gerson Laurindo de Oliveira – IBRADESC

11. “Quando fiquei sabendo que tinha sido escolhido para começar a fazer o “Projeto Academia de Ciência”, achei que seria uma coisa chata por já ter um pré conceito sobre ciência, mas depois da nossa primeira aula pude ver que ciência é mais do que apenas lição na losa. Tambem achei bacana poder extrair o DNA do mamão.

Guilherme – VILA MARA

12. “O projeto PJU, me deu mais uma oportunidade pra quere alguma coisa na vida, por que eu não queria saber de nada no começo só entrei no projeto por causa do dinheiro mais agora não, to lá por realmente gosto. Pro que tá , me dano oportunidade parara conhece vários lugares, um deles é academia de ciência to achando muito interessante to curioso da qui pra frente, pra saber oque eu vo aprender.”

Bruno Neves dos Santos – VILA MARA

13. “O primeiro dia foi muito bom, primeiramente eu entrei no Projeto Academia de Ciencia para mim conhece, e conheci achei muito bom a experiência muito interessante, espero aprender cada vez mais, porque eu quero e to me esforçando. Pena que só 3 encontro queria que fosse mais. Gostei muito mesmo.”

Kaun Bispo – VILA MARA

14. “Bom, antes de visitar a Academia de Ciência, não sabia do que tratava, não sabia o que iríamos fazer, depois do primeiro encontro, gostei muito e me interessei pela academia, com as propostas de esperimentos que vamos fazer, e gostei de fazero o esperimento do DNA, do mamão.”

Wilder Verona Silva – VILA MARA

15. “O meu primeiro encontro com o projeto academia de Ciência foi intereçante, por nós conhecemos, outras pessoas de ONG diferente, a experimentação que nós fizemos foi muito legal formou o DNA do mamão.”

Sara P.L. de oliveira – VILA MARA

16. “Meu primeiro encontro com o projeto foi bem intereçante, no primeiro dia aprendemos a descobrir o DNA foi uma experiência bem legal, também conhecemos pessoas novas, os professores são bem comunicativos nos demos super bem e espero as aulas a seguir seja igual a primeira.”

Karine de Oliveira – VILA MARA

17. “Eu gostei muito, pois aprendemos a tirar um DNA de uma forma bem simples. Foi muito bom porque eu não sabia que era possível obter um DNA com materiais fácil de encontrar. Foi uma experiência sensacional.”

Mariana - IPEDESH

terça-feira, 5 de julho de 2011

VISITA CENPEC NA NOVA SEDE IBRADESC



Buscando ampliar o conhecimento e ajustar sua gestão de forma compartilhada do programa JOVENS URBANOS o IBRADESC recebe a visita de Maria Brant e Mariana Mota, ambas do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC). O bate bapo se deu em torno da apresentação da nova sede do Instituto e do andamento do Programa Jovens Urbanos executado pelo IBRADESC na Universidade Cruzeiro do Sul. Na conversa o que ficou bem claro que agora com uma sede mais estruturada o IBRADESC tende a melhorar mais a execução do PJU, com reuniões periódicas entre educadores, coordenador e equipe do Instituto. E é em busca de melhorar sua gestão que o Instituto está buscando cada dia mais conhecimentos com grandes entidades para pode contribuir com a comunidade em torno dele.
Parabéns a todos que participaram deste bate papo e estamos sempre com as portas abertas.
Rogério Novaes (educador), Evandro Colasso (consultor), Michel Castro (consultor) Maria Mota (CENPEC), Maria Brant (CENPEC), Antonio Carlos Pedro (coordenador), Paulo Francisco (Presidente), Pedro Rafael (educador), Norma Bispo (diretoria), Josemar Reboredo (diretor), Evaldo santos (diretor) e Lilia Oliveira (diretora).


Mariana Mota e Maria Brant

Decoração ao fundo LUHA e CARLÃO

segunda-feira, 4 de julho de 2011


Arte - design - cultura - meio ambiente - tecnologia

CIDADES

03/07/2011 20:08

Duas feiras em Bauru colocam tecnologia e meio ambiente lado a lado

Fimab e Festieco ocupam Recinto Mello Moraes

Kelli Franco
Agência BOM DIA

Mostra de flores, iniciativas de empresas, brincadeiras, minizoológico. Essas foram algumas das atrações da 2º Fimab (Feira Integrada do Meio Ambiente de Bauru) e da Festieco (Festival de Tecnologia e Inteligência Ecológica), realizados entre sexta-feira e domingo (3) no Recinto Mello Moraes.

Para as crianças, o que mais chamou a atenção foi um foguete – que também pode ser usado como lançador de semente.

“O foguete mexe com a imaginação das crianças. A maioria delas está se imaginando lá dentro”, explica Guilherme Reis, o “tio Gui”, autor da invenção. Ele é criador de um site que une arte e lazer.

“Não que esse foguete possa ser responsável pelo reflorestamento, mas só de ficar com a ideia de que um foguete levou sua semente para a criança é demais”, explica. O propulsor usado para impulsionar o brinquedo é feito com cano, jornal e garrafa pet.